A migração passou do prazo e do orçamento
A consultoria contratada fez um lift-and-shift sem planejar a capacidade de nuvem que os relatórios realmente consomem. O que chegou é lento e já nasceu desatualizado.
Sou o engenheiro que as empresas chamam quando a consultoria anterior não entregou. Diagnostico com evidência, corrijo a arquitetura na causa raiz e deixo a plataforma pronta para IA — Databricks, Microsoft Fabric, Genie. 10+ anos de experiência, atuando no Brasil e em projetos nearshore na América Latina.
São os quatro cenários que mais me trazem clientes. Nenhum deles é problema de ferramenta.
A consultoria contratada fez um lift-and-shift sem planejar a capacidade de nuvem que os relatórios realmente consomem. O que chegou é lento e já nasceu desatualizado.
A fatura de Fabric ou Databricks subiu e ninguém sabe apontar qual modelo, qual refresh ou qual relatório está consumindo. Sem essa visibilidade, cortar custo vira chute.
Você investiu em BI, mas não tem o número de adoção real na mão. Enquanto não existir esse dado, toda discussão sobre o que manter ou descontinuar é opinião.
Genie e copilotos alucinam porque não existe uma camada semântica governada por trás. IA sem contexto de negócio não é acelerador — é risco.
Se você marcou pelo menos um, o problema quase nunca está na ferramenta. Está na arquitetura por baixo dela — e é exatamente aí que eu entro.
Três fases, sem contrato longo antes de você ver valor. A primeira já entrega um documento que você pode usar mesmo que decida não seguir comigo.
Levanto uso real, custo de capacidade e gargalos do modelo semântico com dados — não com achismo. Já usei a API de administração do Power BI para provar, com números, que os relatórios entregues não tinham adoção. Você recebe um diagnóstico escrito: o que está quebrado, por que, e quanto custa manter assim.
Entrega: diagnóstico escrito · 1 a 2 semanasAtaco a causa raiz: modelagem, camadas Gold/Platinum, escopo e padrões de desenvolvimento. Onde a restrição é real — um teto de capacidade, um prazo — eu corto escopo com critério em vez de tentar reconstruir tudo. A meta é a plataforma funcionando na infraestrutura que você tem, não na que estava no slide.
Entrega: arquitetura corrigida e padrões definidosDocumentação, padrões e treinamento prático. Já conduzi essa transferência durante uma reestruturação organizacional inteira, formando o time de BI que assumiria o sistema. Eu saio deixando algo que o seu time mantém sem mim — não uma dependência.
Entrega: time treinado e documentação vivaNos dois casos, uma consultoria externa já tinha sido contratada e não entregou. Nomes de cliente omitidos por confidencialidade — detalho tudo em conversa.
Uma consultoria externa já tinha passado meses num lift-and-shift sem planejar a capacidade de nuvem necessária para renderizar os relatórios fora do Databricks. Quando os dashboards foram entregues, estavam lentos e já desatualizados: o time legado seguia atualizando os antigos em paralelo, sem controle de escopo.
Usei dados de uso da API de administração do Power BI para provar que os dashboards entregues tinham adoção próxima de zero — interrompendo mais gasto com evidência, não com opinião. A causa raiz era outra: uma camada semântica mal modelada que nunca teria performance no Fabric.
Conduzi um refinamento Gold→Platinum para corrigir o problema na origem, reconstruí o modelo semântico centralizado, defini padrões de desenvolvimento (especificação em Figma, documentação de requisitos, processo) e treinei o time durante uma reestruturação organizacional.
Suíte de dashboards redesenhada e um novo scorecard corporativo de KPIs em produção, entregues junto com um sistema documentado e estável para os times de BI e suporte reconstruídos.
Cerca de 200 dashboards rodando sobre 1 TB de dados on-premise precisavam caber numa capacidade Microsoft Fabric F64 fixa — um teto de recurso rígido, sem espaço para a abordagem de reconstruir tudo. A mesma consultoria externa também não entregou aqui.
Construí um plano de rollout e ganhei visibilidade total de onde a abordagem anterior estava falhando — antes de mover qualquer coisa.
Orquestrei o time de engenharia e cortei escopo de dashboards de forma estratégica, em vez de forçar um sistema superdimensionado dentro de uma capacidade subdimensionada. Defini diretrizes para reduzir e otimizar o modelo semântico sem perder o reporting crítico.
Em entrega final: o time está homologando e ajustando um sistema construído para a infraestrutura real do cliente — não para a que estava especificada no papel.
"Num projeto anterior, construí um pipeline de dados para a Unilever — um trabalho que tecnicamente pertencia ao escopo da consultoria de engenharia oficial deles. A Unilever quis que viesse direto de mim."
Ilich Briceño
Neste momento estou migrando modelos semânticos do Power BI para Databricks Metric Views e construindo a Genie Ontology de cada domínio de dados — o contexto de negócio governado que faz a IA generativa responder com precisão real em vez de alucinar. É o mesmo rigor dos resgates de migração, aplicado para que a IA seja algo em que o seu time possa confiar de verdade. Falo disso como trabalho em andamento, porque é o que ele é — não como um case fechado.
Migração travada, orçamento estourado, relatórios em que ninguém confia. Entro, encontro a causa raiz e coloco a plataforma para funcionar — a mesma abordagem que resgatou duas migrações enterprise em Databricks e Fabric depois de outras consultorias não entregarem.
Construo a camada semântica governada de que a IA generativa realmente precisa — Databricks Metric Views e Genie Workspaces configurados com contexto de negócio real, para que o Genie responda certo em vez de adivinhar.
Projeto e construo plataformas de dados em Databricks, Microsoft Fabric, Azure e AWS — de pipelines de ETL à arquitetura Medallion completa — dimensionadas para a capacidade e o orçamento que você tem de fato.
Projeto modelos semânticos e sistemas de self-service analytics — não apenas dashboards — com Power BI e SQL, para que o seu time explore os dados com confiança em vez de ficar na fila esperando um relatório.
Trabalho 100% remoto, com contratação direta — sem intermediário nem margem de consultoria no meio.
Reuniões, documentação e treinamento em português. Entendo a realidade de quem precisa caber num F64 sem estourar o orçamento em reais — e de quem já contratou uma integradora grande e não recebeu o que foi vendido.
Para clientes nos EUA, Europa ou no resto da América Latina: sobreposição real de horário, comunicação direta em inglês ou espanhol e um único responsável técnico sênior — sem camada de conta, sem repasse.
Uma conversa de 30 minutos, sem custo e sem compromisso. Você me conta onde travou; eu digo se consigo ajudar — e, se não for o meu caso, digo isso também.